quarta-feira, 24 de outubro de 2012


Conhecendo a Subitramina



Entenda como a sibutramina age no corpo humano

A Subitramina é um medicamento prescrito  para emagrecer que age sobre o cérebro e dá sensação de saciedade. Poré existem riscos cardiovasculares que a medicina ainda não sabe explicar por que  cresce.

Com a proibição de três medicamentos – anfepramona, femproporex e mazindol – pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a sibutramina é hoje a única droga usada para emagrecer que atua sobre o sistema nervoso. Além dela, só há mais um remédio disponível para esse fim, o orlistate – cujo nome de mercado é Xenical – que age sobre a absorção de gordura no intestino.

Mesmo com a posição contrária de eminentes endocrinologistas como  a Anvisa manteve venda, mas restringiu o  uso de emagrecedor polêmico

Contudo, o que a sibutramina faz no cérebro não é exatamente inibir o apetite, como é o caso dos remédios que foram proibidos. Na verdade, ela estimula a saciedade.  Na prática, o paciente fica satisfeito com menos comida,  conforme resultado da  pesquisa  “Scout”, a maior já feita sobre o remédio, que acompanhou pouco menos de 10 mil pacientes durante um período médio de 3 anos e 5 meses.

Os especialistas explicaram que a sibutramina age sobre dois neuro transmissores: a serotonina e a noradrenalina. Esses neurotransmissores funcionam entre os neurônios, levando informações de um para o outro. Nesse processo, geram a sensação de saciedade.
Normalmente, isso ocorre num curto período de tempo, e eles retornam para dentro das células – o que é chamado de recaptação. O que a sibutramina faz é retardar essa recaptação, ou seja, a serotonina e a noradrenalina ficam por mais tempo fazendo a ligação entre os neurônios e deixam o indivíduo saciado.

Efeitos colaterais

Os efeitos colaterais  que ocorrem costumam ser  boca seca, taquicardia e insônia.
A pesquisa “Scout” registrou ainda que, entre pessoas que já têm alto risco de doenças cardiovasculares – como enfarte e derrame –, esse risco aumenta. No entanto, ainda não há explicação de como isso acontece no corpo humano.

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